Supersport
02/06/2010 - 12:11 - Updated 02/06/2010 - 12:13Crónica de Miguel Praia: Nem tudo foram rosas

Miguel Praia conta na primeira pessoa um fim-de-semana na Cidade Branca, onde a pista de Miller Motorsport Park recebeu mais uma jornada do Mundial de Supersport.
Correr em Miller Motorsport nos Estados Unidos da América é sempre peculiar. O facto de a pista se situar a 1400 metros de altitude condiciona um pouco o fim-de-semana, ao que se deve acrescentar o período de habituação do fuso horário. Mas são circunstâncias idênticas para todos. Uns adaptam-se melhor e outros pior. Ainda não foi desta que conseguimos ser rápidos desde o início de uma jornada do Mundial de Supersport. Parece que andamos embruxados! Não encontrámos ainda um acerto que me deixe totalmente confortável. Andamos prova a prova a trabalhar para isso mas o resultado tarda em chegar.
A corrida não começou bem. Saindo da 14ª posição da grelha, no meio do pelotão, a partida foi logo menos boa. Dei por mim completamente bloqueado na primeira curva sem conseguir desenvencilhar-me dos meus adversários. Resumindo, perdi lugares e tempo precioso. Depois comecei a impor o meu ritmo, o ritmo esperado, e fui sempre constante. Infelizmente, o tempo perdido no início foi fatal pois não mais consegui chegar perto dos meus adversários. Diria que foi quase uma corrida solitária. Não consegui por isso ir além do 14º lugar. Não é efectivamente a posição onde gosto de estar. Aliás, o top 10 é onde quero ficar sempre, mas há corridas assim.
A próxima prova é em Misano, dentro de um mês. Espero que de forma definitiva consiga superar todos os meus resultados até agora. A ver vamos…









