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04/06/2010 - 12:45 - Updated 04/06/2010 - 12:52PBA Tour - Curiosidades

Ao longo dos tempos os jogadores profissionais converteram-se em "mitos" para os fãs do bowling. Mas uma vez por ano, os deuses descem à terra e por três dias jogam como simples mortais.
Existem várias particularidades nos torneios organizados pela PBA (Associação de Jogadores Profissionais), que as Ligas regionais amadoras que se jogam um pouco por todo o território americano não cumprem.
Um dos eventos em que estes dois mundos do bowling se aproximam é o Ultimate Scoring Championship, uma oportunidade única de ver como os jogadores profissionais interagem fora do seu ambiente natural.
ULTIMATE SCORING CHAMPIONSHIP
Muitos aspectos separam os amadores dos profissionais, mas por uma noite os “craques” do bowling, supostamente os melhores intérpretes da modalidade em todo o mundo, descem à terra e jogam como o trabalhador comum depois de um dia de trabalho e é por isso que neste evento se esperam prestações especiais.
Os tão difíceis jogos perfeitos (quando se atinge os 300 pontos) parecem fluir e as médias em termos de pontuação também aumentam, aliás, acredita-se que um jogador profissional pode facilmente terminar uma competição desta natureza com média superior a 260 pontos, embora na realidade isso não se verifique na maioria dos casos.
O SEGREDO ESTÁ...NO VERNIZ
Ainda que a olho nú as pistas de bowling pareçam todas iguais, também aqui há diferenças fundamentais entre o terreno de jogo amador e o profissional.
Em termos de comprimento, as pistas das Ligas não-profissionais medem entre 11,5 e 12 metros, o que é considerado fácil para os parâmetros da Associação de Jogadores Profissionais. Já nos eventos do PBA Tour, o campeonato que decorre durante a época regular, o tamanho das pistas varia entre os 10,5 e os 13 metros.
Aquela que talvez seja a maior diferença em termos da qualidade do jogo é um pormenor praticamente invisível aos mais distraídos: o envernizamento das pistas.
A importância do envernizamento é tal que a PBA tem uma equipa de profissionais que se desloca a cada torneio e que decide que tipo de verniz aplicar à pista, variando consoantes as características de cada pista. São cinco os tipos de superfície que se encontram nos torneios oficiais: Escorpião, Vespa, Chita, Tubarão e Camaleão - cada um com as suas características.









